Desde que eu descobri sobre o D&D 4.0, e desde que conversei com outro sobre ele, sempre houveram comparações e comentários (positivos e negativos) sobre como o jogo parecia um MMORPG, e mais especificamente, World of Warcraft (Se você mora em uma caverna nos últimos anos, e esta caverna não possui acesso à internet, então, aprenda sobre World of Warcraft clicando aqui.)

Vamos checar os aspectos dos MMO's e comparar com D&D 4.0?
Sistema que utiliza "Skills" (Powers): Confere.
Classes com papéis pré-definidos e builds: Confere.
AoE (areas de efeito): Confere.
Quests e Missions: Confere.
Níveis de equipamento: Confere.
Regras de drops: Confere.
Mas... Sinceramente... Isso é tão ruim assim?
O RPG como o conhecemos é uma mídia como qualquer outra. Como tudo no planeta, ele também precisava evoluir (criacionistas que se danem). Por mais que os puritanos se sintam ameaçados por mudanças (eu lembro muito bem da mesma frequência de reclamações quando o D&D 3.0 foi lançado), era natural que o formato sofresse mudanças, e ainda, MMO's contribuiram e muito para o RPG, há toda uma geração que começou a aprender o que era RPG, jogando games como Ragnarok Online, e similares. Para que o RPG de tabuleiro não morra, evoluir, e apelar para esse público, é essencial. Afinal de contas, as empresas querem rentabilidade, não?
Qual o maior pecado do D&D 4.0 senão simplificar as coisas?. Talvez seja apenas uma má experiência própria que possuo, mas as mesas de D&D 3.5 que joguei até hoje eram tão complexas, que se tornaram chatas. Eu simplesmente não me divertia, não via diversão nos outros jogadores, e a relação entre jogadores e mestre foi se desgastando.
Ao mesmo tempo em que a maioria esmagadora dos jogadores de MMORPG são powerplayers (não se preocupam com história ou interpretação, apenas combate), era, e ainda é raro ver uma mesa, em qualquer sistema, em que haja equilíbrio entre representação e atividade, e que ambos tenham o intuito de divertir a todos, sem se tornar imposições dos mestres, ou briga entre mestres e jogadores.
Ao que vejo, o D&D 4.0 equilibra isso. A primeira partida que joguei no EIRPG 2008 já me fez sentir quando experimentei o RPG pela primeira vez, lá em 1995, com a boa e velha caixa do dragão vermelho, da TSR. Dito e feito: saí da mesa, e já fui comprar o Box de livros. O mesmo vale para Forgotten Realms: onde eu nem me prestava a aprender e jogar no 3.0 e 3.5, participei do evento Living Forgotten Realms, e me apaixonei pelo cenário. Se tem algo que a Wizards of The Coast sabe, é como atrair novos e antigos jogadores para um cenário, sem prejudicar nenhum destes.
As pessoas se apegam muito ao que lhes é conhecido, ao que é confortável. Esquecem que o principal não é o livro em si, mas como você o utiliza. Que o fator decisivo em uma partida é a relação entre mestre e jogadores, e que a diversào deve SEMPRE, sempre vir em primeiro lugar, e que se você não concorda ou não se diverte com uma regra ou detalhe, que você possui a liberdade total para mudá-la ou simplesmente não a utilizar!.
D&D 4.0 é o Windows Vista do RPG: pré-julgado e visto com preconceito antes mesmo de testá-lo, por causa de comentários egativos alheios. Não sou hipócrita o suficiente para dizer que é impossível não gostar depois de experimentá-lo, mas é fato de que há aqueles que falam mal do sistema antes mesmo de abrirem e testarem o jogo.
Tudo o que posso dizer, é que o sistema me fez sentir como se jogasse pela primeira vez, e reacendeu meu amor por RPG. Me fez gostar e comprar livros novamente. Tudo o que posso lhe recomendar é: jogue-o, experimente. A experiência pode valer a pena, assim como valeu a pena para mim.

Vamos checar os aspectos dos MMO's e comparar com D&D 4.0?
Sistema que utiliza "Skills" (Powers): Confere.
Classes com papéis pré-definidos e builds: Confere.
AoE (areas de efeito): Confere.
Quests e Missions: Confere.
Níveis de equipamento: Confere.
Regras de drops: Confere.
Mas... Sinceramente... Isso é tão ruim assim?
O RPG como o conhecemos é uma mídia como qualquer outra. Como tudo no planeta, ele também precisava evoluir (criacionistas que se danem). Por mais que os puritanos se sintam ameaçados por mudanças (eu lembro muito bem da mesma frequência de reclamações quando o D&D 3.0 foi lançado), era natural que o formato sofresse mudanças, e ainda, MMO's contribuiram e muito para o RPG, há toda uma geração que começou a aprender o que era RPG, jogando games como Ragnarok Online, e similares. Para que o RPG de tabuleiro não morra, evoluir, e apelar para esse público, é essencial. Afinal de contas, as empresas querem rentabilidade, não?
Qual o maior pecado do D&D 4.0 senão simplificar as coisas?. Talvez seja apenas uma má experiência própria que possuo, mas as mesas de D&D 3.5 que joguei até hoje eram tão complexas, que se tornaram chatas. Eu simplesmente não me divertia, não via diversão nos outros jogadores, e a relação entre jogadores e mestre foi se desgastando.
Ao mesmo tempo em que a maioria esmagadora dos jogadores de MMORPG são powerplayers (não se preocupam com história ou interpretação, apenas combate), era, e ainda é raro ver uma mesa, em qualquer sistema, em que haja equilíbrio entre representação e atividade, e que ambos tenham o intuito de divertir a todos, sem se tornar imposições dos mestres, ou briga entre mestres e jogadores.
Ao que vejo, o D&D 4.0 equilibra isso. A primeira partida que joguei no EIRPG 2008 já me fez sentir quando experimentei o RPG pela primeira vez, lá em 1995, com a boa e velha caixa do dragão vermelho, da TSR. Dito e feito: saí da mesa, e já fui comprar o Box de livros. O mesmo vale para Forgotten Realms: onde eu nem me prestava a aprender e jogar no 3.0 e 3.5, participei do evento Living Forgotten Realms, e me apaixonei pelo cenário. Se tem algo que a Wizards of The Coast sabe, é como atrair novos e antigos jogadores para um cenário, sem prejudicar nenhum destes.
As pessoas se apegam muito ao que lhes é conhecido, ao que é confortável. Esquecem que o principal não é o livro em si, mas como você o utiliza. Que o fator decisivo em uma partida é a relação entre mestre e jogadores, e que a diversào deve SEMPRE, sempre vir em primeiro lugar, e que se você não concorda ou não se diverte com uma regra ou detalhe, que você possui a liberdade total para mudá-la ou simplesmente não a utilizar!.
D&D 4.0 é o Windows Vista do RPG: pré-julgado e visto com preconceito antes mesmo de testá-lo, por causa de comentários egativos alheios. Não sou hipócrita o suficiente para dizer que é impossível não gostar depois de experimentá-lo, mas é fato de que há aqueles que falam mal do sistema antes mesmo de abrirem e testarem o jogo.
Tudo o que posso dizer, é que o sistema me fez sentir como se jogasse pela primeira vez, e reacendeu meu amor por RPG. Me fez gostar e comprar livros novamente. Tudo o que posso lhe recomendar é: jogue-o, experimente. A experiência pode valer a pena, assim como valeu a pena para mim.

2 comentários:
Bom, eu estou experimentando o 4.0 e concordo plenamente. =)
Embora não considere o anterior tão complexo, e divertido sim! o/ - talvez seja do grupo - tenho que admitir que o formato novo acaba sendo mais gostoso de jogar e a simplicidade atrai novos jogadores. Eu não cheguei a ouvir reverberação sobre ele até agora! O_O Só elogio.
Mas críticas são relativas e sempre existirão e acho até interessante essa relutância em dar uma chancezica sequer para algo que veio apenas com intenção de melhorar o que já era bom. =3 Mas com o tempo, mais e mais adeptos irão mudar este aspecto negativo minoritário e besta aí... verás.
Bom, nunca tinha parado para fazer comparações, mas eu absolutamente amo WoW e sendo assim, se é ou não, quem não gostou da semelhança, PEGA EU! \o/ huahuahuahuahuahuahuahua
Amei o post e o blog, parabéns! =D
'Brigadão pelo comentário =D. Talvez eu tenha tido azar com o 3.5, e ao contrário, ouvi muita gente criticar o 4.0, mas que as coisas estão mudando é fato, cada vez mais vejo adeptos do sistema, e olha que nem saiu em portugês..hehe
Brigadão, e abraço /o/
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